terça-feira, 29 de julho de 2014

Pão de Beterrada

Ingredientes:

30 gramas de Fermento Biológico
2 Beterrabas grandes ou 4 pequenas
250 ml da Água Morna
5 colheres de Azeite de Oliva
2 colheres de Linhaça
1/4 de xícara de Água para a Linhaça
1 colher de sopa de Açúcar de sua preferência
1 colher de sopa de Sal de sua preferência
500 a 800 gramas de Farinha de Trigo Integral


Modo de Fazer:
Coloque as duas colheres de Linhaça em 1/4 de xícara de Água e deixe de lado.
Agora corte a Beterraba e coloque em uma panela com bastante água para cozinhar.
Misture o sal, o açúcar, o fermento e a água morna e deixe descansar. Eu usei a água onde coloquei as beterrabas, ainda morna, fica a teu critério.
Quando a Beterraba estiver pronta, bata-a no liquidificador, se necessário, coloque um pouco de água para que fique com a consistência de um purê.
Depois que a mistura anterior fermentou, mais ou menos 30 minutos, adicione o "purê" de Beterraba, o Óleo, e misture. Então, comece a adicionar a Farinha de Trigo e aos poucos sove a massa, até o ponto em que ela não grude mais em sua mão, aproveite para colocar toda a sua energia nesse momento. Deixe a massa descansar por mais 30 minutos.
Pré aqueça o fogo em 180º.
Unte uma forma, faça o formato de pão que quiser e chegamos a fase final!
O pão pode ficar de 30 a 50 minutos, dependendo do seu formato, quando você espetar um palitinho e ele não estiver "pegando" ele está sequinho por dentro e crocante por fora.
Bom apetite!


Receita baseada na receita de Pão de Batata Vegano do site Veggi & Tal:
http://www.veggietal.com.br/pao-batata/
Por um mundo com menos industriais, menos sofrimento animal, mais amor e sabor natural!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Barrinhas Caseiras

Aproveitando a receita que testei e foi aprovadíssima pelo controle de qualidade de amigos e pacientes, algumas perguntinhas aos queridos leitores que vieram buscá-la:

Qual a sua relação com a comida? 
Você prepara o que come? 
Você sabe o que está comendo?

Com o pouco tempo que temos e a facilidade que as indústrias alimentícias nos trazem, acabamos por não pensar o que estamos comendo ou qual o preparo dessa comida, nos distanciando do alimento que colocamos para dentro do nosso corpo. Logo, alguns valores ficam escondidos por conta dessa mecanização do alimento. Mas até que ponto esse alimento realmente consegue nos nutrir?
Há uma grande diferença entre criar uma galinha e mata-la para uma canja e tomar uma canjinha na padaria, o mesmo vale para aqueles docinhos cremosos com o leite de caixinha ao invés do leite da vaquinha da fazenda que você chama pelo nome, assim funciona para aquela laranja orgânica que você foi comprar no Pão de Açúcar e não tirou gratuitamente do pé em reverência a mãe natureza.

E se doce de leite é bom, por que não atuar no processo da vaca, do leite e do feitio desse doce para comer com mais prazer ainda?
O que realmente nos nutri? Será que o alimento que chega a você facilmente tem o mesmo valor nutricional daquele que teve em seus ingredientes o calor de suas próprias mãos?

Acho que já cheguei onde eu queria chegar, agora é hora do convite: vamos praticar uma meditação ativa dentro da nossa cozinha?
Pegue uma receita que lhe dá água na boca, pense nos ingredientes, vá busca-los da forma mais orgânica e natural possível, prepare esse alimento com o pensamento de que este é capaz de curar qualquer desequilíbrio com suas propriedade nutritivas (o amor e dedicação que você colocou nesse processo todo com certeza serão duas dessas propriedadees), e, então, coma e se possível divida o resultado com alguém. O meu resultado, divido agora com vocês!



Barrinha de Coco com Aveia

Meio Coco Seco
Meia xícara de Água
2 xícaras de Farinha de Trigo
1 xícara de Aveia em Flocos
Meia xícara de Açúcar Mascavo
Meia xícara de Açúcar Cristal
1 colher de chá de Fermento

Ligue o forno para pré aquece-lo enquanto prepara as barrinhas, fogo baixo. Misture a Farinha de Trigo, a Aveia, os Açucares e o Fermento, a parte. Bata o Coco com a Água no liquidificador. Misture esse "leite" formado no liquidificador com os ingredientes secos. Comece misturando aos poucos com a colher e, após tem colocado todo o conteúdo do liquidificador com os outros ingredientes, misture com as mãos até que a massa não grude mais em suas mãos. Estique a massa, corte no formato e espessura desejado e distribua numa forma untada apenas com óleo vegetal. A barrinha não cresce muito, mas é importante deixar um espaço entre uma e outra. O forno para assar a barrinha deve continuar baixo, mais ou menos 180º. Assim que o fundo da sua barrinha começar a dourar, ela já estará pronta para sair do forno!



Barrinha de Banana com Aveia

3 Bananas
2 xícaras de Farinha de Trigo
1 xícara de Aveia em Flocos
Meia xícara de Açúcar Mascavo
1 colher de chá de Fermento

Ligue o forno para pré aquece-lo enquanto prepara as barrinhas, fogo baixo. Misture a Farinha de Trigo, a Aveia, o Açúcar e o Fermento, a parte. Amasse as bananas em um prato a parte. Misture a banana já amassada com os ingredientes secos. Comece misturando aos poucos com a colher e, após ter colocado toda a banana com os outros ingredientes, misture com as mãos até que a massa não grude mais em suas mãos. Estique a massa, corte no formato e espessura desejado e distribua numa forma untada apenas com óleo vegetal. A barrinha não cresce muito, mas é importante deixar um espaço entre uma e outra. O forno para assar a barrinha deve continuar baixo, mais ou menos 180º. Assim que o fundo da sua barrinha começar a dourar, ela já estará pronta para sair do forno!

Dicas a mais:
Quando esticar a massa das barrinhas, você pode salpicar uma camada de açúcar mascavo ou cristal ou/e uma camada de aveia. Outra coisa é optar por ingredientes mais saudáveis para você, eu usei farinha integral e açúcar cristal demerara orgânico ao invés do açúcar branco. Esta já é a primeira oportunidade de você estreitar sua relação com a sua alimentação!

Sintam-se abraçados,

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Capitalismo: o Medidor do seu Sofrimento

Já parou para pensar sobre o seu sofrimento e por que não pode sofrer?
É evidente que sofrer não é uma das melhores coisas para desprender o tempo, mas partindo de um príncipio que todo equilíbrio faz-se de duas partes opostas, o que seria da felicidade plena sem o sofrimento, ela realmente seria? Será realmente saudável negar todo e qualquer tipo de sofrimento?
Quando sentimos um mal estar e tomamos imediatamente um comprimido para voltar ao trabalho. Quando não desmarcamos nossos compromissos mesmo após um trauma físico, mental ou emocional, pois o tempo não para e tempo é dinheiro. Quando descobrimos que o nosso mal estar, por vezes reprimido, é um câncer. Quando batemos o carro por estarmos apressado num estado mental totalmente alterado. Quem foi que disse que o seu sofrimento não merece um tempo?
A reflexão e digestão mental dos acontecimentos é tão importante quanto a digestão dos alimentos que ingerimos.
Hoje vejo muitos pacientes sofrendo por evitar o sofrimento!
Existe uma pressão tão grande de que se deve estar bem e feliz a todo momento para enfrentar o mundo, desbravar a rotina e aparecer no quadro de funcionário do mês, que a felicidade perde completamente o seu sentido, e ao invés da felicidade ser fruto das atitudes e impressões da própria pessoa ela se torna um objetivo a ser alcançado para satisfazer as pressões exteriores.
Todo e qualquer processo de cura exige um sofrimento ou a consciência de que ele existe. O quanto, o como e o por que sofrer, cabe a experiência de vida, a vontade e ao desejo de cada um e esse sofrimento deve ser respeitado já que ninguém é capaz de ter ciência absoluta sobre a vida que não viveu. O que para um pode ser banal pode ter o poder de desmoronar o mundo do outro e colocar-se no papel de juiz do sofrimento alheio é não conseguir observar o próprio sofrimento.
Faça uma tentativa: a próxima vez que começar a sofrer, sofra. Mas sofra mesmo. Se torne consciente de seu sofrimento, queira entende-lo ao invés de ignorá-lo para voltar ao trabalho, não engula nada sem que digira antes, perceba o quão necessário é continuar sofrendo e, se já lhe bastou o tempo para a digestão, siga a diante.
Tanto para a nossa felicidade, quanto para o nosso sofrimento, não é nada saudável deixar que os outros tomem as rédias de nossas vidas. O nosso corpo é extremamente dedo duro e se há qualquer tipo de sofrimento uma reflexão se torna necessária e conversar consigo escutando pacientemente pode ser o melhor remédio.
Deixo o desejo sincero de que o meu sofrimento diante da pressão em que o sistema nos impõe tenha feito o seu papel através desse texto, que só surgiu após a digestão de situações nada felizes. Não existe necessidade de apegarmo-nos a qualquer tipo de sentimento e muito menos juga-los, bom ou ruim. Todo e qualquer tipo de sentimento é fundamental e cumpre o seu papel sendo interdependente e impermanente, há de aceitar e agradecer cada um desses presentes. Afinal, não haveria luz se não houvesse a escuridão!



Sintam-se abraçados,

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Aceito dinheiro, limões, mudinhas, livros, pães...



   Desde que optei por trabalhar cobrando aquilo que os pacientes podem pagar, enriqueci. Essa não é a primeira vez que escrevo sobre a escolha que fiz e que pretendo trilhar pelo resto de minha vida, mas tenho sentido a necessidade de dividir alguma de minhas experiências. Muitos pacientes, independente do quanto pagam em dinheiro, sentiram a abertura e vontade de pagar um pouco mais. Resolvi colocar aqui alguns dos valores que recebi.

Limões
   "Veja, trouxe aqui limões do limoeiro da casa de minha irmã, está dando um monte!"
Esses limões mataram a sede de muita gente, tranformados em saborosa limonada. Sem contar certa vez que espantaram a gripe de um paciente que foi atendido algumas horas depois do pagamento em limões. Desde então, deixo alguns deles em nossa salinha, para pacientes gripados, é certo que com um limão são presenteados.

Mudinhas
   "Você está fazendo uma hortinha ai atrás não está? Tenho que me desfazer de algumas mudas, não quer para você? Tem algumas que são medicinais e outras não, tem temperos, também!"
Não pensei para responder! Duas partes do pagamento já recebi, foram duas viagens com o carro lotado de mudas lindas, ainda falta uma viagem. Duas dessas mudas foram para um paciente querido que se mudará em breve, com certeza essas mudinhas terão o poder de alegrar-lhe a nova casa. Entre as plantas medicinais, tem uma que é ótima para pacientes em estado de câncer e, logo, logo, entrará em ação graças as mãos abençoadas do filho de uma linda paciente que hoje cuida de nossa hortinha com o mesmo amor e carinho que cuidei de sua mãezinha.

Livros
   "Gosta de Clarice? Tenho um livro bem teórico sobre o trabalho dela, não te interessa?"
Conheço pouco de Clarice, mas tenho certa amiga que coleciona suas obras e quando a questionei sobre o livro, tive uma surpresa: "Amiga, esse eu ainda não tenho! Que alegria! Quero sim!".

Pães
   "Veja esse pãozinho integral! Vi e tive de comprar para ti!"
E esse pão, levei para uma viagem. Nessa viagem um amado e iluminado amigo comeu-o com vontade  e gratidão. E foi este amigo que contribuiu monetariamente para que eu continuasse fazendo meu curso de Terapia Ayuvédica, com a mesma vontade e gratidão como comia o pão!

   Por essa luta, por esses pacientes, por essas atitudes, continuo firme neste caminho e falando com amor da imensa riqueza que essa escolha me proporciona. É com este amor e com a gratidão de presenciar todas essas bençãos que finalizo este texto com a frase de alguém que, embora não concorde 100% com suas atitudes, me ajudou a formar alguns pensamentos:

"Não nego a necessidade objetiva do estímulo material, mas sou contrário a utilizá-lo como alavanca impulsora fundamental. Porque então ela termina por impor sua própria força às relações entre os homens."
Ernesto Che Guevara

Sintam-se abraçados por este ideal onde dividir é multiplicar!
Muita luz, muita paz e muito amor,

terça-feira, 25 de março de 2014

Marmaterapia e Terapia Crânio Sacral pelo preço que puder pagar!


Queridos, como vão?

Depois de alguns pacientes terem me perguntado a diferença entre a Marmaterapia e a Terapia Crânio Sacral, resolvi postar aqui um resuminho de cada uma delas, deixando o convite para que marquem um horário para se permitirem relaxar e serem cuidados com muito amor e respeito.


A Terapia Crânio Sacral é uma técnica de toques bem leves. Eu aplico a Liberação da Miofascia no iníco, que são alguns movimentos bem parecidos com manobras da Fisioterapia e Osteopatia, alongando um pouco as extremidades inferiores (pernas e quadril) e superiores (braços e ombros), e finalizo com o protocolo simples no crânio, essa parte é bem relaxante, estes toques leves são nos pontos onde as placas do nosso crânio de encontram. Esse estímulo manual manda mensagens nervosas para que o corpo se atente a área em questão, com isso, existe uma limpa geral no nosso sistema nervoso central, limpando o que tem de limpar e nutrindo o que tem de nutrir, auxiliando na auto cura de todos os sistemas do nosso corpo. Essa técnica é aconselhável para qualquer caso, idade e perfil. A massagem é feita com o paciente vestido, costuma durar entre 40 e 50 minutos e sempre converso um pouco antes da sessão para saber em que áreas devo focar, sendo, então, uma sessão de aproximadamente 1 hora.


A Marmaterapia tem algumas manobras parecidas com uma massagem clássica relaxante, mas o diferencial são os estímulos aplicados nos pontos Marmas. Os pontos Marmas são encontros de articulações, nervos, musculaturas e canais energéticos. Muitas técnicas como a Acupuntura e o Shiatsu baseam-se neles para seu desenvolvimento. O estímulo desses pontos proporcionam saúde e vitalidade, liberando estímulos nervosos e energéticos para as áreas que cada um deles são relacionados. Essa prática trabalha lados anterior e posterior do corpo, cuidando de todas as áreas, é feita com óleo de gergelim e, por isso, o paciente deve estar apenas de roupas íntimas que não se importe caso seja manchada. Essa técnica, diferente da Crânio, não é indicada em alguns casos, como numa gestação, quando o paciente sofreu algum tipo de lesão na pele ou está em um quadro de dores muito fortes, já que a prática completa dura em torno de 1h30 a 2 horas. O que se pode fazer em casos como estes é trabalhar em áreas específicas para o conforto do paciente.


Para mais informações:

Rafaela Rocha
(11) 97414-0248
arochadivide@hotmail.com

Sintam-se fortemente abraçados,

sexta-feira, 21 de março de 2014

Doce de Banana com Coco Seco - Alimentação Viva


Amados, como vão?
Neste sábado passado, dia 15 de Março, participei de minha primeira aula de Alimentação Viva com o querido e competente amigo Kamalanath, Gilberto Bassetto, que é Químico, Educador e Chef de Alimentação Viva. Após essa ótima aula, ele nos desafiou a experimentarmos 5 dias de Alimentação Viva. Quando eu pensava em uma dieta crua, sempre sofria por antecipação com a falta que faria o açucar presente em todos esses doces industrializados que, infelizmente,  costumo comer. Mas, resolvi deixar o sofrimento antecipado de lado e me arriscar a sofrer de verdade ou não!
Passei 3 desses 5 dias de Alimentação Viva em uma casinha na Serra e coisas maravilhosas sairam de lá, inclusive uma guacamole que foi abençoada com um limãozinho do pé que vive no quintal da casa de minha mãe. Entre eles, nasceu esse doce de banana, coco seco e sementinhas de chia e não deu espaço pra faltar nada por aqui. Então, assim como o Kamala fez comigo, divido aqui essa receita em gratidão a este grande exemplo que cruzou meu caminho e, de agora em diante, tentarei postar algumas receitas.


Doce de Banana com Coco Seco

1 Coco Seco
8 Bananas Médias
Sementes de Chia

Antes de abrir o Coco Seco, martele o Coco para que sua "carne" saia com mais facilidade. Ao tirar a a parte branca do Coco notará que ainda existirá uma casquinha marrom, com uma faquinha tire essa parte também. Isto feito, coloque a "carne" do coco no liquidificador com as bananas. Vá colocando uma a uma, dependendo da potencia de seu liquidificador, pode colocas apenas duas para que o coco seja moído e depois amassar o resto com um garfo misturando as duas pastas no final.
Então, sirva e polvilhe as sementinhas de chia por cima.

Quanto ao tipo de banana, escolha a que preferir, a Nanica costuma ser mais doce, mas são maiores, então não sei se 8 seria muito, quando fiz, usei 4 das Bananas Prata e meio Coco Seco, mas vale a pena usar a intuição e ir experimentando para ver se está doce da forma como gostaria! Eu usei a parte dura do Coco para servir e tirar a foto, consegui alimentar meus olhos antes da boca, vale a dica para os gulosos de olhos! Hehehe...

Deixo um eterno agradecimento a Mãe Natureza por ofertar um alimento tão rico e saboroso, ao querido amigo que divulga a Alimentação Viva com amor e maestria, ao devoto Hari que confecciona filtros de voal que foram fundamentais pra minha experiência e a todos que direta ou indiretamente contribuíram para que essa oportunidade aparecesse em minha vida.
Sintam-se abraçados!



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Marmaterapia pelo preço que você puder pagar!


O que é Marmaterapia?
A Marmaterapia é um pedaço do imenso Universo Ayurvédico, uma terapia que combina manobras relaxantes com o estimulo nos pontos Marmas do nosso corpo, pontos onde o corpo físico se encontra com o corpo energético. Ao estimular os pontos Marmas estimulamos todos fluídos desses pontos, liberando as toxinas que bloqueiam estes, gerando mais saúde e estimulando a cura natural do corpo.

Como faço para marcar uma sessão?
É só entrar em contato  por e-mail, arochadivide@hotmail.com, ou telefone, (11) 97414-0248.
 
Onde?
Rua Alfredo Pujol, 347
Santana
São Paulo